doce para a boca

A arte do sopro não é para todos, é preciso entende-la e dar-lhe a devida importância. É uma questão de sensibilidade que nem sempre chega a todos da mesma forma. Numa perspectiva mais prática, o sopro, o assobio ou o suspiro são uma consequência do ar já gasto que nos sai dos pulmões.

Por outro lado é também a única coisa que não se controla e isso faz toda a diferença. A toda a hora somos traídos pelo nosso próprio corpo sem nos darmos conta. É que o sopro fala mais que nós e não há forma de o contornar. Respirar faz parte.

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