banzai!
Já passei por isto uma vez. Foi uma autêntica desgraça e ainda hoje não me consigo rir do assunto. Doeu que se fartou e por milímetros saí ilesa da história. Apesar de ser uma doença congénita, a cura não vem no DNA e por ser a primeira rapariga a padecer da enfermidade não tenho um exemplo por quem me guiar. Diga-se o que se disser, homens e mulheres são diferentes nestas lides.
Portanto, resta soltar-se um "ai, jesus!" profundo e deixar fugir a paranóia incontrolável. A solução, conheço-a de cor, mas também conheço o sabor amargo do preço a pagar.
Dói como a merda, é certo, e é tácito que o meu corpo não está preparado fisicamente para os abanos, a falta de chão e a arritmia no coração.
Vinte anos de aprendizagem à força e chego hoje à conclusão que não serviram para rigorosamente nada.
Maldita mania de sentir tudo a valer.