sorte maldita
Dois meses, sessenta e três dias, mil quinhentas e doze horas, noventa mil setecentos e vinte míseros minutos, cinco milhões quatrocentos e quarenta e três mil e duzentos tortuosos segundos. Por mim é quanto basta. O que está preso tem de sair caso contrário sou eu a refém daquilo que ambos sabemos teres aberto mão há muito mais tempo do que aquilo que poderemos precisar. Amo-te tanto que não consigo, nem quero, mais.