tendência para o desastre

Sempre teve uma queda para o desastre é um facto. Desta feita foi apaixonar-se pelo baixista de uma banda de segunda categoria. Típico. Bastou pôr os olhos naquele que mais parecia uma das personagens saídas de um filme e caiu de amores em menos de três tempos. Nada que eu não estivesse à espera portanto. Arrisco-me a dizer que a sua capacidade de amar é directamente proporcional ao estado comatoso da criatura alvo da sua atenção. A avaliar pelo caminho das coisas, o amor da sua vida há-de ser o gajo moribundo que jaz numa cama de hospital e isso é uma merda. Porque ele não vai ter como alimentá-la e também ela há-de morrer à fome.

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